Blue nile - Better version - craig armstrong - lets go out tonight. provavelmente a melhor música do mundo.
Hoje já estou farto. já estou farto de hoje. por isso estou aqui sózinho em frente ao computador. Nem quero finais de taça, nem músicas novas, nem conceitos. e aquela imagem que não me sai da cabeça. Não deviam existir dias destes. porque o filho daquela senhora nunca devia estar a chorar daquela maneira, nem o irmão mais novo do meu amigo que é amigo desde sempre, mas que não o via há anos. passa o tempo por nós e não nos apercebemos que os irmãos dos nossos amigos crescem, tornam.se homens. E depois quando lhes tiram o chão de tristeza, choram como se fossem meninos, como eu e todos os que sentem e que têm o minimo de sensibilidade. não deviam existir estes dias, onde as pessoas sofrem muito ao mesmo tempo que outros riem, festejam golos, cumprem promessas, fazem amor, dançam até não haver dia, bebem até querer. Enquanto tudo isto se passa há pessoas que choram a morte de alguém querido. desolados, sem força, sem futuro, sem nada. só o abraço dos outros e a gravata preta e os óculos escuros que escondem o fim do mundo, o fim de tudo. a morte de uma mãe. não sei o que possa ser. arrepio-me só de pensar. e a imagem que não me sai da cabeça do menino que já é homem a chorar. a fugir do destino e a morder o lábio enquanto a terra caía em cima do destino da mãe que chegou ao fim. A terra caía como se fossem trovões. o som grave, seco, sem piedade de quem olhava. um ultimo adeus. uma ultima memória. uma ultima lágrima, ou a primeira de muitas que não nos vão sair da cabeça. hoje deixou de existir uma mãe e isso deixa-me angustiado. triste. que merda de vida é esta. devemos antecipar as desgraças e viver no limite da diversão. porque nos contemos? para depois, quando menos esperarmos ouvirmos a terra a cair no vazio. longe dos trovões. não quero esse barulho seco da terra a bater no caixão. não quero a chuva que molha a terra. não quero o choro do menino que já é homem. não quero os lábios mordidos. não quero mais nada hoje. sózinho. tenho saudades de ti nathalie.
18/05: hoje não quero mais nada
Where the cars go by,
All the day and night,
Why don't you say,
What's so wrong tonight?
Pray for me,
Praying for the light,
Baby baby,
Let's go out tonight.
Where the lights all shine,
Like I knew they would,
Be mine all mine,
Baby I'll be good.
Pray for me,
Praying for the light,
Baby baby,
Let's go out tonight.
I know a place,
Where everything's alright,
Alright,
Let's go out tonight.
Where the cars go by,
All the day and night,
Why don't you say,
What's so wrong tonight.
I pray for love,
Coming out alright, yeah,
Oh baby baby,
Let's go out tonight, yeah.
Baby baby,
Let's go out tonight,
Let's go out tonight.
Tonight,
Tonight,
Let's go out tonight,
Yeah,
Where the cars go by,
Where the lights won't shine,
...,
Tonight.
Blue nile - Better version - craig armstrong - lets go out tonight. provavelmente a melhor música do mundo.
Hoje já estou farto. já estou farto de hoje. por isso estou aqui sózinho em frente ao computador. Nem quero finais de taça, nem músicas novas, nem conceitos. e aquela imagem que não me sai da cabeça. Não deviam existir dias destes. porque o filho daquela senhora nunca devia estar a chorar daquela maneira, nem o irmão mais novo do meu amigo que é amigo desde sempre, mas que não o via há anos. passa o tempo por nós e não nos apercebemos que os irmãos dos nossos amigos crescem, tornam.se homens. E depois quando lhes tiram o chão de tristeza, choram como se fossem meninos, como eu e todos os que sentem e que têm o minimo de sensibilidade. não deviam existir estes dias, onde as pessoas sofrem muito ao mesmo tempo que outros riem, festejam golos, cumprem promessas, fazem amor, dançam até não haver dia, bebem até querer. Enquanto tudo isto se passa há pessoas que choram a morte de alguém querido. desolados, sem força, sem futuro, sem nada. só o abraço dos outros e a gravata preta e os óculos escuros que escondem o fim do mundo, o fim de tudo. a morte de uma mãe. não sei o que possa ser. arrepio-me só de pensar. e a imagem que não me sai da cabeça do menino que já é homem a chorar. a fugir do destino e a morder o lábio enquanto a terra caía em cima do destino da mãe que chegou ao fim. A terra caía como se fossem trovões. o som grave, seco, sem piedade de quem olhava. um ultimo adeus. uma ultima memória. uma ultima lágrima, ou a primeira de muitas que não nos vão sair da cabeça. hoje deixou de existir uma mãe e isso deixa-me angustiado. triste. que merda de vida é esta. devemos antecipar as desgraças e viver no limite da diversão. porque nos contemos? para depois, quando menos esperarmos ouvirmos a terra a cair no vazio. longe dos trovões. não quero esse barulho seco da terra a bater no caixão. não quero a chuva que molha a terra. não quero o choro do menino que já é homem. não quero os lábios mordidos. não quero mais nada hoje. sózinho. tenho saudades de ti nathalie.
nuno